NOSSA EMPRESA

A EvoSolar é uma empresa integradora de energia solar fotovoltaica focada na sustentabilidade do planeta, gerando economia na conta de luz e satisfação para nossos clientes.

Cantagalo-RJ

Rua Vereador Farmacêutico Fernando Purger, 336 - Sala 204 -

CEP: 28500-000

(22) 98163-4466 

contato@evosolar.com.br

Macaé - RJ

Av. Ricardo Muylaert Salgado, 901 -

CEP: 27930-860

(22) 98873-6856 

fernandoevosolar@gmail.com

Horários

Seg-Sex: 9:00 - 18:00

​​Sábado: 9:00 - 13:00

  • Branca ícone do YouTube
  • Branca Ícone Instagram
  • White Facebook Icon
Campos dos Goytacazes - RJ

Rua Cardoso Moreira, n 15, Pq. Visconde de Ururaí 

CEP: 28070-410

WhatsApp: (22) 98175-8336

Telefone: (22) 99748-8336 

atendimento@evosolar.com.br

© 2018.  Created by Evosolar

  • Evosolar

Novas regras para energia solar

MUDANÇAS À VISTA

Está aberto desde o dia 17/10/2019 o período de contribuição à consulta pública 025/2019 da ANEEL que trata sobre a revisão da Resolução Normativa 482/2012 acerca de mudanças para micro e mini geração distribuída.

E por que isto é importante para você?

Porque esta revisão impacta diretamente o mercado consumidor ao trazer novas regras para energia solar, sobretudo quanto ao sistema de compensação!

Quer saber que mudanças são essas e qual impacto gerado ao consumidor?

Continue a ler o artigo que com certeza será compensado o tempo investido!

SISTEMA DE COMPENSAÇÃO ATUAL

A resolução 482 da ANEEL apresentou o sistema de compensação atualmente em vigor. Neste sistema, a unidade consumidora que possui micro ou mini geração distribuída, (por exemplo, presença de painéis solares fotovoltaicos em uma casa ou condomínio) gera energia ativa que é injetada na rede em forma de empréstimo para a distribuidora a qual o consumidor pertence. Depois, esta energia é compensada com o consumo de energia elétrica ativa, diminuindo assim o valor da conta.

Quando a geração é maior que o consumo, são gerados créditos de energia com validade de 60 meses, os quais podem abater o consumo em meses posteriores. No caso de geração junto à carga (de um cliente ou condomínio) a compensação ocorre no mesmo local onde está instalado o sistema fotovoltaico. Já no caso de geração remota (autoconsumo remoto ou geração compartilhada via consórcio ou cooperativa) pode-se utilizar os créditos em outras unidades consumidoras cadastradas de antemão e sob mesma área de concessão.

COMPOSIÇÃO DA TARIFA DE ENERGIA

O quadro a seguir apresenta a composição da tarifa de energia:


Composição da tarifa de energia. Fonte.: Bright Strategies

Atualmente, o sistema de compensação permite ao consumidor compensar todas as 6 parcelas da tarifa de energia: energia e encargos da TE; fio A, fio B, encargos e perdas da TUSD. Isto corresponde a uma compensação integral. O consumidor paga, portanto, somente o custo de disponibilidade pelo uso da rede como se ela fosse uma “bateria”. Tais custos equivalem a 30 kWh, 50 kWh e 100 kWh de acordo com os padrões monofásico, bifásico e trifásico, respectivamente, presentes no local da instalação. Por isso, a conta de quem possui um sistema fotovoltaico em casa chega próximo de zero, mas não pode ser completamente zerada: sempre há o custo de disponibilidade.



Valores dos custos de disponibilidade. Fonte: Resolução 414 ANEEL

PROPOSTAS DE ALTERAÇÕES NO SISTEMA DE COMPENSAÇÃO

A ANEEL em seu relatório de análise de impacto regulatório nº 003/2019 apresentou 6 possíveis alternativas para aplicação de novas regras para a energia solar quanto ao sistema de compensação. A alternativa 0 mantém o sistema de compensação atual. Da alternativa 1 a 5, deixa-se de compensar uma parcela de cada vez, até a alternativa 5 na qual resta apenas a compensação da parcela referente a energia na TE – cerca de 38% da tarifa.



A proposta final acerca das novas regras para energia solar apresentada pela ANEEL como a mais viável está na nota técnica 0078/2019, cuja opção escolhida foi a alternativa 5, a qual compensa somente a parcela referente a Energia na TE. Para cada caso, existem algumas diferenças quanto à geração junto à carga ou geração remota.

Geração junto à carga

Caso 1) Consumidores já existentes ou que protocolares o pedido de parecer de acesso completo, (conforme seção 3.7 do Módulo 3 do PRODIST, contemplando os anexos devidos) antes da publicação da nova norma: permanecem na Alternativa 0 (sistema de compensação atual) até o final de 2030. Depois, passam para a Alternativa 5 (compensação somente da componente TE Energia).

Caso 2) Consumidores que protocolarem o pedido de parecer de acesso após a publicação da nova resolução normativa: entrarão na Alternativa 2 (não são compensadas as componentes TUSD Fio B e Fio A). Após se atingir o gatilho de um adicional de 4,7 GW no Brasil, o cliente entra na Alternativa 5 (compensação somente da componente TE Energia). Este gatilho varia para cada distribuidora.


Geração remota

Caso 1) Consumidores já existentes ou que protocolarem o pedido de parecer de acesso completo, (conforme seção 3.7 do Módulo 3 do PRODIST, contemplando os anexos devidos) antes da publicação da norma: permanecem na Alternativa 0 (sistema de compensação atual) até o final de 2030. Depois, passam para a Alternativa 5 (compensação somente da componente TE Energia).

Caso 2) Consumidores que protocolarem o pedido de parecer de acesso após a publicação da nova resolução normativa: entrarão diretamente na Alternativa 5 (compensação somente da componente TE Energia).

O resumo se encontra no quadro a seguir:



AFINAL, VAI VALER A PENA AINDA INSTALAR ENERGIA SOLAR?

Sendo direto ao ponto: SIM! Continuará valendo a pena instalar energia solar e o mercado de energia solar fotovoltaica continuará em crescimento. Mesmo com a possível Alternativa 5 sendo tomada como a forma de compensação apresentada pelas novas regras para energia solar, existem pontos positivos que garantem o retorno do investimento.

O payback para sistemas residenciais, comerciais ou de pequeno porte aumentaria de cerca de 4 anos com o sistema de compensação atual (Alternativa 0) para cerca de 6 anos com a Alternativa 5 apresentada como proposta no novo sistema de compensação. Estes 6 anos equivalem a 1/4 do tempo de vida útil dos sistemas. Ou seja, durante 3/4 de seu tempo de vida, o sistema geraria lucro ao investimento.

Em outras palavras, como a garantia dos sistemas fotovoltaicos é de 25 anos, mesmo com o aumento do tempo de retorno do investimento (payback), o longo tempo de vida útil dos sistemas garante que ele trará retorno. Portanto, continua válido o investimento.

QUANDO SAI A NOVA NORMA?

Era previsto que as novas regras fossem anunciadas em 2019. Porém, tudo indica que somente em 2020 vamos ter uma definição da ANEEL. Enquanto isso, audiências públicas, muitas notícias e rumores vão sendo anunciados nas grandes mídias.

5 visualizações